Arquivo da categoria ‘Panfleto’

 Economize divulgando mais, veja e analise esta ideia, você compra o imã de geladeira sem embalar e por um valor muito pequeno se comparado ao imã embalado você leva o panfleto ou encarte, ai é só colar o imã no panfleto, este panfleto poderá ter muito mais informações do que as presentes no imã, detalhando mais os seu produtos e serviços, informando sobre promoções, campanhas e muito mais.

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Classificações

Calendários em uso na Terra são freqüentemente os lunares, solares, luni-solares ou arbitrários. Umcalendário lunar é sincronizado com o movimento da Lua; um exemplo disso é o calendário islâmico. Umcalendário solar é sincronizado com o movimento do Sol; um exemplo é o calendário persa. Um calendário luni-solar é sincronizado com ambos os movimentos do Sol e da Lua; um exemplo é o calendário hebraico. Um calendário arbitrário não é sincronizado nem com o Sol nem com a Lua. Um exemplo disso é ocalendário juliano usado por astrônomos. Há alguns calendários que parecem ser sincronizados com o movimento de Vênus, como o calendário egípcio; a sincronização com Vênus parece ocorrer principalmente em civilizações próximas ao equador.

Praticamente todos os sistemas de calendário utilizam uma unidade coloquialmente chamada de ano, que se aproxima do ano tropical da Terra, ou seja, o tempo que leva um completo ciclo de estações, visando facilitar o planejamento de atividades agrícolas. Muitos calendários também usam uma unidade de tempo chamada mês baseado nas fases da Lua no céu; um calendário lunar é aquele no qual os dias são numerados dentro de cada ciclo de fases da Lua. Como o comprimento do mês lunar não se encaixa em um divisor exato dentro do ano tropical, um calendário puramente lunar rapidamente se perde dentro das estações. Os calendários lunares compensam isso adicionando um mês extra quando necessário para realinhar os meses com as estações.

Atual

No ocidente, o calendário juliano baseado em anos foi o adotado. Ele numera os dias dentro dos meses, que são mais longos que o ciclo lunar, por isso não é conveniente para seguir as fases da Lua, mas faz um trabalho melhor seguindo as estações. Infelizmente, o ano tropical da Terra não é um múltiplo exato dos dias (é de aproximadamente 365,2422 dias), então lentamente cai fora de sincronia com as estações. Por essa razão, o calendário gregoriano foi adotado mais tarde na maior parte do ocidente. Por usar um sistema flexível de ano bissexto, pode ser ajustado para fechar com as estações como desejado.

Completude

Calendários podem definir outras unidades de tempo, como a semana, para o propósito de planejar atividades regulares que não se encaixam facilmente com meses ou anos. Calendários podem ser completos ou incompletos. Calendários completos oferecem um modo de nomear cada dia consecutivo, enquanto calendários incompletos não. O primeiro calendário romano – que não tinha nenhum modo de designar os dias dos meses de inverno que não fosse agrupar todos juntos como “inverno” – é um exemplo de um calendário incompleto, enquanto o calendário gregoriano é um exemplo de calendário completo.

Finalidade

Calendários podem ser pragmáticos, teóricos ou mistos. Um calendário pragmático é o que é baseado na observação; um exemplo é o calendário religioso islâmico. Um calendário teórico é aquele que é baseado em um conjunto estrito de regras; um exemplo é o calendário hebraico. Um calendário misto combina ambos. Calendários mistos normalmente começam como calendários teóricos, mas são ajustados pragmaticamente quando algum tipo de assincronia se torna aparente; a mudança do calendário juliano para o calendário gregoriano é um exemplo, e o próprio calendário gregoriano pode ter que receber algum ajuste próximo ao ano 4000 (como foi proposto por G. Romme para o calendário revolucionário francês revisado). Houve algumas propostas para a reforma do calendário, como o calendário mundial ou calendário perpétuo. As Nações Unidas consideraram a adoção de um calendário reformado por um tempo nos anos 50, mas essas propostas perderam muito de sua popularidade.

O calendário gregoriano, como um exemplo final, é completo, solar e misto.

Calendários lunares

Nem todos os calendários usam o ano solar como uma unidade. Um calendário lunar é aquele em que os dias são numerados dentro de cada ciclo das fases da lua. Como o comprimento do mês lunar não é nem mesmo uma fração do comprimento do ano trópico, um calendário puramente lunar rapidamente desalinha-se das estações do ano, que não variam muito perto da linha do Equador. Permanece constante, no entanto, em relação a outros fenômenos, especialmente as marés. Um exemplo é o calendário islâmico. Alexander Marshack, em uma obra controversa, acreditava que as marcas em um bastão de osso (cerca de 25.000 a.C.) representavam um calendário lunar. Outros ossos marcados também podem representar calendários lunares. Da mesma forma, Michael Rappenglueck acredita que as marcas de uma pintura rupestre de 15 mil anos de idade representam um calendário lunar.

Calendários fiscais

Um calendário fiscal (como um calendário 4-4-5) fixa para cada mês um determinado número de semanas, para facilitar as comparações de mês para mês e de ano para ano. Janeiro sempre tem exatamente 4 semanas (de domingo a sábado), fevereiro tem quatro semanas, março tem cinco semanas etc. Note-se que este calendário vai precisar adicionar uma 53ª semana a cada 5 ou 6 anos, que pode ser adicionada a dezembro ou pode não ser, dependendo de como a organização utiliza essas datas. Existe um modo padrão internacional para fazer isso (a semana ISO). A semana ISO começa na segunda-feira e termina no domingo. A semana 1 é sempre a semana que contém 4 de janeiro no calendário gregoriano.

Calendários fiscais também são usados pelas empresas. Neste caso o ano fiscal é apenas um conjunto qualquer de 12 meses. Este conjunto de 12 meses pode começar e terminar em qualquer ponto do calendário gregoriano. É o uso mais comum dos calendários fiscais.

O que fazer?

A primeira coisa (antes de começar a desenvolver o layout do cartão) é analisar o logotipo, a história da empresa e o perfil dela como um todo (pesquisa). Feito tudo isso você já vai saberpara que tipo de cliente ela vende, qual a faixa etária, onde ele mora, quais cores transmitem melhor as características da empresa, qual a tipologia a ser empregada, quais elementos adicionais transmitem os valores da empresa e diversos outros fatores (é meu filho, cartão de visita não é apenas um papelzinho com logo, telefone, nome e endereço não)

Desculpe por esse papo de designer, mas para você empresário, cabe optar por contratar designers formados e bem conceituados e não sair contratando a gráfica ou chamando o sobrinho para cuidar da primeira impressão da sua empresa (pense nisso, a primeira impressão é a que fica)

Dicas gerais:

  • Cartões de visitas normalmente tem o tamanho 9 cm x 5 cm de altura (são assim para caber na carteira)
  • Ficam melhor na horizontal (passam mais confiança devido a estarem mais abertos e com imagens maiores que na vertical, prefira assim se possível)
  • Sempre opte por deixar espaços em branco (espaços vazios) para descanso visual e “limpeza” do cartão

O que não fazer?

Como disse, um belo cartão reflete toda a cultura e imagem da empresa e por isso você deve dar o MÁXIMO DE ATENÇÃO AO SEU CARTÃO DE VISITA (AAAAAAAAAAAARGHH o que vejo de cartão lixo por ai é de dar raiva).

Em todos os casos evite:

  • Centralizar o logotipo (colocar ele alinhado a direita ou esquerda passa mais seriedade a empresa)
  • Colocar o logotipo de todo tamanho (entenda-se GIGANTE)  no cartão, como se alguém fosse comprar sua logo (ridículo isso)
  • Utilizar papel fino (o legal é usar um 250 gr). O famoso “papel de pão”  ta por fora.
  • Cartões preto e branco (vemos tudo colorido e gostamos disso, porque o seu cartão é preto e branco e você acha ele legal?)
  • Usar 5 fontes e duzentas cores (use se possível apenas 2 fontes ou variações da mesma família) e poucas cores (as cores devem transmitir o que elas representam, estude as cores para isso)
  • Colocar informações demais (seu cartão não é um panfleto e nem o seu site que contém tudo sobre você, seus produtos e serviços)

No mais acredito que estas dicas irão auxiliar todos os empreendedores ou designers iniciantes que desejam desenvolver peças que atendam o perfil do cliente.

Muito cuidado quando for fazer o seu cartão de visita (evite os sobrinhos e opte por uma empresa conceituada)

PANFLETOS

O que fazer?

  • Os formatos dos panfletos normalmente são baseados na folha A4 (ofício), então temos A4, Meio A4, e um quarto 1/4 de A4, temos também tiras horizontais que são chamadas de flyers. Veja qual formato lhe atende melhor
  • Caso o panfleto for conter produtos, recomendo fotos profissionais (contrate um fotógrafo), sai um pouco mais caro mais vale a pena, no caso do panfleto ter fotos recomendo também um formato maior (A4 ou A4/2)
  • Destaque sempre as fotos e caso o preço seja um fator decisivo para a compra, destaque-o também
  • Busque gráficas e designers qualificados para confeccionar os seus panfletos e nunca faça no achismo
  • Deixe formas de contatá-lo, como telefone, e-mail, site, representantes, etc. (não abuse)
  • Seja sempre simples e busque elegância em geral
  • Formatos inusitados (redondos, com recortes, com tiras para destacar) chamam a atenção e melhoram as vendas (aproveite)
  • Verniz localizado e papeis brilhantes (verniz total) são interessantes pois também destacam bem as cores e os produtos
  • Analise as leis locais de distribuição de panfletos (todo município tem alguma lei neste sentido)

O que não fazer?

  • Nunca coloque todos os produtos da loja. É melhor você escolher um nicho dentro da loja e atacar. Caso eu tenha uma loja de cosméticos, é melhor focar em um item ex: Perfumes e fazer todo o panfleto baseado nisso ao invés de colocar tudo e confundir o cliente
  • Evite “papel de pão”  e impressões ruins mas sempre busque qualidade ( já que a taxa de leitura não é muito grande, porque prejudica-la mais ainda com papéis e impressões de má qualidade)
  • Evite panfletos em uma cor (opte sempre pelo colorido)
  • Evite destacar tudo, mas foque em poucos produtos ou apenas em um (é melhor assim)
  • Não deixe o sobrinho e nem a gráfica cuidar do seu panfleto. Assim como os cartões de visita eles podem ser sua primeira impressão para o cliente. CUIDADO COM ISSO
  • Evite panfletagens mas opte por deixar o cliente pegar o panfleto, ou o distribua em caixas de correio ou sinais de trânsito

DETONANDO EM MIÚDOS

Os panfletos se bem utilizados podem ser uma boa ferramenta de Marketing direto, destacar sua marca, aumentar a lembrança da marca (brand recall), diferenciar sua loja da concorrência e trazer mais clientes.